A Princess Joias realiza, na próxima quarta-feira (8), das 14h às 20h, a exposição de Gustavo Dallaqua, que une alta joalheria e fotografia em uma experiência sensorial dedicada à beleza da natureza e da vida selvagem brasileira. O evento acontece na Rua 24 de Outubro e promete aproximar o público do universo criativo que conecta as obras do fotógrafo às peças exclusivas da marca.
Mais do que uma coleção tradicional, o projeto nasce como uma curadoria sensível. Em entrevista, Mariana Fiacadori, da Princess Joias, explica que a proposta surgiu a partir de uma identificação estética entre os dois universos.
“Na verdade, mais do que criar uma coleção inédita, nós desenvolvemos uma curadoria. Quando conhecemos o trabalho do Gustavo, percebemos que suas fotografias revelam a natureza de uma forma muito semelhante à maneira como enxergamos a alta joalheria: valorizando a raridade, os detalhes e a beleza única de cada elemento”, afirma.
Segundo Mariana, a inspiração não se limita a uma espécie específica de ave, mas à sensação provocada pelas imagens. “As inspirações vieram principalmente da riqueza das cores das aves brasileiras, das texturas das plumagens e da harmonia encontrada na natureza. Não buscamos representar uma espécie específica, mas traduzir sensações como leveza, movimento, delicadeza e exclusividade”, destaca.
A coleção busca refletir elementos presentes nas fotografias de Dallaqua, como luz, cor e movimento. “Buscamos destacar o brilho natural, a intensidade das cores, a elegância das formas orgânicas e a riqueza dos detalhes”, explica Mariana, ao ressaltar o diálogo entre as duas linguagens artísticas.
A parceria, segundo ela, foi construída de forma colaborativa e guiada por um olhar comum sobre a natureza. “Foi um processo muito colaborativo. Desde o início percebemos que compartilhávamos o mesmo olhar pela beleza, pela exclusividade e pelo respeito à natureza”, diz.
O desafio, segundo a equipe, não foi reproduzir imagens em joias, mas criar conexões simbólicas. “O desafio não foi reproduzir literalmente as fotografias, mas encontrar pontos de conexão entre duas formas diferentes de arte”, afirma.
Entre as peças, destacam-se joias com diamantes e gemas naturais, como esmeraldas, safiras e rubis, escolhidas para traduzir a paleta vibrante das aves brasileiras. “Cada pedra foi escolhida pela sua capacidade de refletir a intensidade e a sofisticação presentes nas imagens da exposição”, completa Mariana.
O desenvolvimento do projeto levou algumas semanas e teve como foco a construção de uma narrativa integrada entre fotografia e joalheria. “O maior trabalho foi construir uma narrativa que conectasse fotografia e joalheria de maneira natural, criando uma experiência sensorial para quem visitar a exposição”, conclui.
A exposição reforça o conceito de que natureza, arte e luxo podem coexistir em harmonia, transformando observação em inspiração e inspiração em criação.
