MULHERES NO JORNALISMO: “A mulher jornalista acaba se masculinizando para tentar ser respeitada”

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Nesta fase da pandemia, o site Conexão Agora procurou mulheres jornalistas para entender quais são os desafios vividos por elas e como é a rotina dentro e fora deste ritmo especial. Desde do início da crise mundial, o jornalismo vem sendo duramente atacado, e as mulheres nessa linha de frente da comunicação sabem bem o que é viver sob a mira da suspeita. Então acompanhe nosso especial que traz mulheres fortes atuantes na área e que vão mostrar como é sua rotina nas diferentes editorias exercidas por elas.
Débora surpreendeu pela clareza, firmeza e sinceridade. Para a profissional de carreira extensa, que passou pelas redações, assessoria e diversos veículos, ser forte nunca foi uma decisão, mas sim uma necessidade de sobrevivência.
“Eu sinto que nós mulheres temos que sempre provar inúmeras vezes tudo o que estamos dizendo, independente do tema que estamos tratando e com quem estamos tratando. Pasmem, mulheres também tolhem outras mulheres, acaba que é um problema cultural muito maior do que de gênero”, pondera
Sobre os riscos e dificuldades no cotidiano, a jornalista sentencia que seu biotipo corporal foi sim ponto determinante na sua trajetória.
“Eu sempre fui gordinha e fora dos padrões, além de ser casada boa parte da minha carreira, então me sentia mais tranquila, porém isso nunca me impediu de ver amigas mais bonitas sofrendo muito por conta da aparência, incluindo assédios e muitos questionamentos”, lembrou.
Saiba mais detalhes de toda essa história no vídeo!

 

 

 

 

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