Informações divulgadas através Boletim Epidemiológico Ministério da Saúde em 2020, mostraram o registro superior a 928 mil casos prováveis de dengue em todo o País, com taxa de incidência de 441,7 casos a cada 100 mil habitantes.
Já em Sinop dados divulgados pelo Setor de Endemias apontam que em 2019, 3.092 casos foram registrados. No anos de 2020 houve um aumento superior a 280%, ou seja 8.680 registros.
Apenas nos três primeiros meses de 2021, foram notificados 411 casos da doença. No mesmo período no ano anterior quase 7 mil notificações foram registradas. E nesse mesmo ano o município registrou três óbitos provocados pela doença.
A agente do Setor de Endemias Wanda Costa, destacou que apesar dos esforços da equipe é necessária a contribuição dos populares para que os focos sejam controlados.
“A maioria dos criadouros estão dentro dos imóveis. Os depósitos mais comuns são; aquela vasilha do cachorro, tanques de água, ralos e em algumas piscinas. Por mais que a população esteja focada no Covid-19 os índices de dengue e criadouros estão aumentando cada vez mais, então pedimos para a população que dobre a atenção ”, solicitou.
Wanda alertou ainda que um dos maiores fatores que está colabora para a infestação do Aedes Aegypti é a “falta de higiene e o hábito de jogar lixos nas ruas e bueiros”.
“O morador varrer a calçada junta o lixo e coloca dentro da boca de lobo, isso não resolve o problema. E nós encontramos depósitos dentro dos bueiros, nesse local fica difícil coletarmos uma amostra da larva do mosquito, formando assim um criadouro complicado para ser eliminado”, afirmou.
É importante lembras que além da Dengue o Aedes Aegypti é responsável pela transmissão de, Chikungunya, Zika e Febre Amarela. A agente concluiu afirmando que a melhor maneira de combater a propagação dessas doenças e eliminando os criadouros do mosquito.
