As obras de implantação do Ônibus de Transporte Rápido (BRT) avançam, a partir desta quarta-feira (16), da Avenida da FEB até o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.
Como parte das rotas alternativas, sugere-se a utilização da Avenida Couto Magalhães como uma via mais rápida para chegar aos destinos desejados. Outra alternativa é pegar a Rua Santos Dumont e a Rua Cel. Gonçalo de Figueiredo para quem está seguindo de Cuiabá em direção ao Aeroporto.
No trecho de obras, foram construídas baias para parada de ônibus, faixa exclusiva à direita, nomeada de “Direita Livre”, em ambas as pistas da Avenida da FEB e da Avenida João Ponce de Arruda
Essa é a quinta fase do projeto. Nessa etapa, haverá apenas meia pista em ambos os sentidos da Avenida João Ponce de Arruda, trecho que se inicia na trincheira do Zero KM e se estende até o Aeroporto Marechal Rondon.
A sinalização e orientação dos motoristas está sob responsabilidade da prefeitura.
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Como parte dessas rotas alternativas, foram construídas baias para parada de ônibus, criando uma faixa exclusiva à direita, nomeada de “Direita Livre” — Foto: Prefeitura de Várzea Grande
Segundo o município, as ruas de acesso que servirão como rotas alternativas foram revitalizadas e os semáforos da Avenida João Ponce de Arruda não serão desativados, garantindo a passagem de pedestres.
Segundo Cidomar de Arruda Velo, coordenador de Mobilidade Urbana de Várzea Grande, a orientação é que os motoristas planegem as rotas com antecedência, evitando os horários de pico sempre que possível e explorando as rotas alternativas.
VLT x BRT
O VLT foi projetado para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e foi marcado pela corrupção e entraves judiciais. A obra paralisada possui 22 quilômetros de extensão entre Cuiabá e Várzea Grande.
Em dezembro de 2014, as obras foram interrompidas. Em 2018, o governo do estado rompeu o contrato com o consórcio VLT e, depois, decidiu substituir o modal pelo BRT. Já em dezembro do ano passado, o governo começou a retirar as estruturas que serviriam de suporte para o VLT em Várzea Grande.
As obras do projeto, que deveria ter ficado pronto oito anos atrás, já custou mais de R$ 1 bilhão.
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