4 respostas para entender um relacionamento abusivo 

“A expectativa que criamos pelo outro, normalmente é sobre algo que nós faríamos”

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Remember Entre Elas

Os efeitos dos relacionamentos abusivos têm se intensificado durante a pandemia do coronavírus, quando casais estão confinados e, muitas vezes, isolados de amigos e familiares, no entanto, as mulheres em sua maioria se encontram trancadas com seus próprios abusadores. Em suas redes sociais a psicóloga Anili Mancuzo desenvolve um trabalho educativo voltado ao relacionamento abusivo e dependência emocional, com base em seu conhecimento conheça 4 repostas frequentes  que podem auxiliar quem é vitima desse tipo de relação .

Como identificar se estou em um relacionamento abusivo?

Re: O relacionamento abusivo é muito marcado pela dominação, jogos torturas e não impede as agressões físicas verbais e sexuais, mas a pessoa sempre vai quer que o parceiro faça, aprove e realize os desejos do abusador.

Porque alguém permanece nesse tipo de relacionamento?

Re: Essa pessoa que está no relacionamento abusivo é frágil e o abusador só fica na relação enquanto ele percebe a vítima é manipulável. Se ela demonstra fronteira e limites o próprio abusador não continua na relação. Então quando a própria pessoa é passiva de mais,  acaba demonstrando essa fraqueza e aceitando tudo.

Só o homem pode ser considerado um abusador?

Re: Quando você fala sobre o machismo precisamos prestar a atenção que o abusador não é exclusivamente homem existem mulheres que também se tornam agressoras. Essas violações podem ser provocadas de maneira verbal, tortura psicológica entre outras. É importante que tanto o homem quanto a mulher, se conscientize que existe esse tipo de abuso é que não é algo normal. Culturalmente aprendemos que precisamos aguentar tudo o famoso “ isso vai passar”, e as coisas não são assim, então é importante se conscientizar de que esse tipo de situação não é normal.

É possível mudar o meu parceiro (a)?

Re: Primeiro que a gente não muda ninguém, se o mesmo não quiser, quando estamos na zona de conforto (que é o caso do comodismo do abusador), provavelmente ele vai continuar e não vai mudar, então ter essa perspectiva e ficar justificando as agressões, empurrões e  grito acaba enterrando a própria vitima viva. Sempre encontramos um “porquê”. Vamos fantasiando, temos uma baixa autoestima muito grande e o nosso amor próprio já não existe mais. A gente acha que não existe algo melhor isso provoca a dependência emocional e afetiva da pessoa

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