O setor de Saúde foi um dos que mais receberam investimentos durante a gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos. Anualmente – de 2015 a 2020, os investimentos sempre foram acima dos 15% exigidos por lei, e, a gestora encerra o quinquênio com 23 novas Unidades Básicas de Saúde e três em construção, o que representa 75 % de cobertura da Atenção Primária no município.
A Atenção Primária também recebeu um novo sistema de informatização, o E-SUS; equipamentos e mobiliários novos em toda rede; uma nova rede de frios para armazenamento de vacinas; 09 novas ambulâncias; reformou a cede da Zoonozes; implantou 07 novas unidades de atendimento à saúde bucal –, implantou o EMAD – Equipe Multidisciplinar de Atenção Domiciliar do programa “Melhor em Casa”.
“O município abriu 10 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs – não Covid-19) no Hospital Pronto Socorro de Várzea Grande que também foi totalmente reformado e equipado, inaugurou Unidades Básicas de Saúde em vários bairros, um novo Centro de Controle de Zoonozes no bairro Paiaguás, além de ter realizado compras de insumos, medicamentos e EPIs e convocado novos profissionais da área de saúde aprovados no último concurso público. Não foram poupados investimentos em novos equipamentos, serviços, obras, pessoal e medicamentos. Podemos destacar entre os novos serviços contratados a oxigenação hiperbárica e a contratação de novos leitos de UTI para pacientes específicos do coronavírus em hospitais particulares, contratação de exames laboratoriais, radiológicos e serviços médicos especializados para atendimento de caráter eletivo aos pacientes do SUS e estão em obras 03 novas UBS”, resumiu o secretário municipal de Saúde, Diógenes Marcondes.
Na Atenção Secundária foram reformadas 05 unidades dos Centros de Atenção Psicossociais sendo o infantil (CAPSi), de álcool e drogas (CAPSad), transtorno mental (CAPSII), o Centro de Especialidades em Saúde (CES), e o Centro Especializado em Reabilitação II (CER II). Foram construídos o Serviço de Assistência Especializada e Centro de Testagem e Acolhimento (SAE/CTA); 02 unidades de Pronto Atendimento, a UPA do Ipase e do Cristo Rei, além do Centro de Especialidades em Odontologia (CEO).
“Ampliamos a rede de urgência e emergência com a construção das UPAs e desafogamos o Pronto Socorro, adquirimos exames e equipamentos na área oftalmológica; ampliamos em 53% os exames de apoio e diagnósticos de imagem, e, implantamos a teleconsultoria”, completa o secretário da pasta.
Atualmente a rede pública de saúde no município possui 03 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 01 Centro de Armazenamento e Distribuição de Medicamentos (CADIM), 01 Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), 01 Centro de Especialidades em Saúde (CES), 01 Centro Especializado de Reabilitação (CER), 01 Serviço de Assistência Especializada SAE/CTA DST/AIDS, 05 Clinicas de Atenção Primária à Saúde (antigas policlínicas), 22 Unidades Saúde da Família e 03 em construção, 08 Centros de Saúde (sendo um na Unidade Prisional do Capão Grande), 01 Equipe Consultório na Rua para atender pessoas em situação de rua, 01 Hospital e Pronto Socorro Municipal, leitos no Hospital Estadual, leitos contratados em 03 hospitais privados, 03 unidades móveis de nível pré-hospitalar de urgência e emergência (SAMU) e 02 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) nos bairros Ipase e Cristo Rei.
“Várzea Grande oferta hoje 186 leitos no Hospital e Pronto Socorro, 62 leitos no hospital Metropolitano e 79 leitos em hospitais particulares da cidade, totalizando 293. Desses, apenas 34 são regulados pelo Governo do Estado. Também temos 22 leitos nas UPAs sendo 04 de emergência, 05 de observação infantil, 11 adultos e 02 de isolamento”, cita o gestor ressaltando a implantação da maternidade “Rede Cegonha”, com a finalidade de reduzir a taxa de mortalidade infantil.
“Isso sem falar na aquisição de equipamentos de alta geração como arco cirúrgico, calandra, aparelho de endoscopia, colonoscopia, eletrocardiogramas e outros que já integram a Atenção Terciária em saúde no município”, completa.
Diógenes Marcondes enfatizou que Várzea Grande investiu 30% de suas receitas próprias em Saúde Pública, desde que a prefeita Lucimar Sacre de Campos, assumiu o mandato em 2015. “Medicamentos e insumos também fizeram parte desses esforços com a implantação do novo Centro de Abastecimento de Insumos e Medicamentos (CADIM), com mobiliário e aquisição de 93,3% da meta de 80% na compra de medicamentos; realizou o RESUME e garantiu o fornecimento de fraldas a pacientes residentes em Várzea Grande”, citou o gestor.
Ele ponderou que foi através dos esforços dos profissionais médicos e servidores que Várzea Grande avançou em todas as áreas da saúde. “Se aliou a forte determinação e empenho da prefeita Lucimar Sacre de Campos em dar respaldo para as ações necessárias, combinado com o compromisso de médicos e servidores públicos, por isso avançamos e muito”, disse Diógenes Marcondes.
O ganho em produtividade superou o avanço na gestão de recursos na saúde pública de Várzea Grande. A eficiência na aplicação e na condução dos gastos voltados ao gerenciamento da atenção básica, atenção secundária, atenção terciária, assistência farmacêutica e as ações em vigilância em saúde e sanitária, fizeram com que a oferta de atendimento se aproximasse mais da real necessidade da população.
“No Sistema Único de Saúde, o SUS, a demanda sempre será maior que oferta. O que fazemos diariamente, e dentro de um planejamento estratégico de longo alcance também, é se aproximar ao máximo de um ponto de equilíbrio, o que não é fácil. O único modo de se aproximar desse ponto de equilíbrio é ir ao encontro da demanda, ou seja, investir de forma racional, planejada e otimizada. Por isso, conseguimos aumentar nossa oferta de serviços acima dos valores aplicados, pois toda uma rede de serviços e de unidades foi criada para atender ao várzea-grandense. Fora isso, nossa preocupação está totalmente voltada ao nosso capital social, que é quem faz a diferença. Hoje temos recursos, estrutura, pessoal, insumos, medicamentos e por isso estamos cada vez mais indo ao encontro da demanda, mesmo que o ponto de equilíbrio não seja uma tarefa fácil, porém de muito planejamento”, explicou Diógenes Marcondes.
