Dados atualizados do estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) sobre a pandemia do novo coronavírus indicam que o Estado atingiu o pico de contágio no início desta semana.
Na segunda-feira (17), a taxa da infecção estava 0,52 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, o maior no histórico da doença. Nesse dia, Mato Grosso chegou à marca de 74.508 casos confirmados, sendo que a projeção do estudo indicava que seriam 73.631.
A atualização, disponível na página Coronavírus MT, traz dados confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) até o dia 17 deste mês.
A previsão do estudo é que, agora, Mato Grosso passe a apresentar redução no ritmo de contágio, formando a curva de saída da pandemia.
Contudo, esse movimento deve ser lento. Até o fim de agosto, a taxa de contágio para cada 100 mil habitantes deve permanecer na média de 0,5. Por outro lado, não há perspectiva de que volte a subir (o estudo avalia como taxa alta a marcação igual ou superior a 1 de contágio).
Até o dia 15 de setembro, a taxa deve ficar em torno de 0,48. Depois dessa data, ela deve começar a cair e atingir 0,33 em 1º de outubro.
No dia 15 de novembro, data da eleição municipal, já deverá estar na casa de 0,1. E, na semana do Natal, em 0,04.
